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liderando com coragem:
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Sumário executivo | 18 de maio de 2020



Navegando por tempos incertos 


Não foi apenas agora, durante a pandemia, que a Transformação Digital se tornou chave no mundo dos negócios. Há muitos anos, muito conhecimento tem sido produzido sobre o assunto, muitos modelos, tentativas e experimentos têm acontecido e várias organizações vem trabalhando nesta direção. Até março de 2020, porém, muitas organizações ainda buscavam a transformação digital como forma de realizar apenas algumas otimizações de negócio. 


Agora, o contexto é outro, e mais do que nunca percebemos os conceitos de disrupção e mudança rápida em nossa vida prática. O que funciona para algumas organizações não necessariamente funcionará para outras e é inocente falar de um modelo único de transformação que atenda diferentes culturas e contextos organizacionais. Por isso, para desenhar qualquer mudança com agilidade, é preciso conhecer as peculiaridades de cada organização. Ou, voltando ao conselho socrático: "conhece-te a ti mesmo". 


Com alguns países europeus flexibilizando o período de isolamento e buscando ver na prática este "novo normal", as notícias dessa semana apontam para discussões mais práticas sobre quais atividades interromper, começar ou manter para que este "novo normal" funcione para as empresas.


Nesta mesma semana, a ThoughtWorks lança o Modelo de Fluência Digital, um Modelo contextual para que as organizações possam construir um estado aspiracional de fluência digital, por meio de diferentes competências. Sabemos que nem toda organização precisa ser uma Netflix ou uma Amazon para ter sucesso, por isso o foco do Modelo de Fluência Digital é apoiar lideranças na criação de modelos aspiracionais que lhes permitam focar e priorizar as competências digitais e os investimentos necessários para construir resiliência e agilidade organizacional, frente à mudança e à disrupção. 


O "novo normal" é, por definição, um estado aspiracional em aberto e talvez seja esse o maior aprendizado deste momento tão desafiador e tão surpreendente que nos coube viver: compreender e aceitar que o "novo normal" é uma constante transformação e estar preparada para ele significa estar preparada para navegar a incerteza. Afinal, lançando mão novamente de conselhos milenares, "navegar é preciso, viver não é preciso" (Pompeu, 70 a.C.) - e talvez, para esta geração, viver nunca tenha sido tão impreciso. 


Para isso tudo, é preciso construir organizações responsivas e ágeis, que saibam como se adaptar a novos - e desconhecidos - contextos.  

 

 

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