Execuções agênticas autônomas noturnas consistem em atribuir a um agente de programação uma tarefa com escopo de feature no fim do expediente e revisar o que foi produzido na manhã seguinte. Fizemos isso com funcionalidades no nível de épicos e tarefas de infraestrutura que podem levar horas. Um único agente é suficiente, sem a necessidade de um enxame de agentes de programação, embora ele possa utilizar subagentes. Uma das equipes da Thoughtworks passa o dia colaborando em planos e especificações e deixa a programação para os agentes durante a noite. O termo “noturnas” está no nome porque é algo difícil de fingir. Uma equipe capaz de fazer isso também executará tarefas semelhantes durante o dia. Já uma equipe que não deixa um agente programando sem supervisão à noite, provavelmente também não está executando trabalhos de forma totalmente autônoma durante o dia.
Assim como os pré-requisitos para microserviços, essa prática possui pré-requisitos de entrada, e incentivar as equipes a cumpri-los é uma grande parte do seu valor. Os agentes precisam de execução em sandbox, trabalho especificado antecipadamente como em desenvolvimento orientado a especificações e sensores de feedback para que possam corrigir seus próprios erros. O trabalho de uma noite pode ser um lote grande demais para ser revisado efetivamente linha por linha, de modo que as equipes precisam de um harness que tenham testado para validar as alterações em vez de depender exclusivamente da revisão humana de código. Técnicas complementares incluem executar o agente em um managed agent runtime e permitir que os agentes mantenham o build verde corrigindo falhas no pipeline por conta própria. Posicionamos essa prática em “Experimente” para equipes que possuem essas bases; para outras equipes, é um objetivo que justifica desenvolvê-las.