Enquanto um time de agentes de programação é um grupo pequeno e intencional, um enxame de agentes de programação aplica dezenas a centenas de agentes a um problema, com a IA determinando a composição e o tamanho dinamicamente. Projetos como Gas Town e Ruflo (anteriormente Claude Flow) são bons exemplos dessa abordagem. Padrões emergentes para implementações de enxames estão surgindo: separação hierárquica de papéis (orquestradores, supervisores e trabalhadores efêmeros), um registro de trabalho durável que ajuda os agentes a dividir e coordenar o trabalho (o Gas Town usa beads para isso) e um mecanismo de integração para lidar com conflitos de trabalhos paralelos. Dois experimentos com enxames chamaram atenção especial: a geração de compilador C da Anthropic e o experimento de escalonamento de agentes do Cursor, que criou um navegador em uma semana. Vale notar que ambos os times escolheram casos de uso que podiam depender de especificações detalhadas existentes e, no caso do compilador C, de suítes de testes abrangentes que fornecem feedback claro e mensurável. Essas condições não são representativas do desenvolvimento típico de produtos, onde os requisitos são menos definidos e a verificação é mais difícil. No entanto, esses experimentos contribuem para padrões emergentes que tornam enxames de longa duração tecnicamente viáveis. Eles continuam caros e ainda estão longe de serem maduros, e é por isso que aconselhamos cautela ao adotar essa técnica.