Embora agentes de programação baseados em CLI se sobressaiam na implementação em todo o repositório e na execução de fluxos de trabalho, pessoas desenvolvedoras ainda precisam de acesso inline aos agentes em suas IDEs para exploração rápida de código, correção interativa de bugs e edição ciente do contexto. Tradicionalmente, isso exige plugins individuais para cada IDE, criando uma sobrecarga de integração e aprisionando as pessoas desenvolvedoras a combinações específicas de editor e agente. O Agent Client Protocol (ACP) aborda esse problema estabelecendo uma fronteira padrão e aberta entre os agentes de IA e os ambientes de execução (hosts), seja o VS Code, JetBrains, uma janela de terminal ou um pipeline de CI/CD.
Assim como o Language Server Protocol padronizou o suporte a linguagens entre editores, o ACP depende do JSON-RPC para definir o ciclo de vida do agente e as primitivas de interação, incluindo criação e retomada de sessão, atualizações em tempo real (streaming), solicitações de permissão e cancelamento. O ACP complementa as camadas de interoperabilidade existentes: enquanto o Model Context Protocol (MCP) lida com a integração de agente para ferramenta, o ACP lida com o controle de cliente para agente, tornando todo o harness do agente um componente intercambiável.