A supervisão humana baseada no nível de risco alinha a profundidade da revisão com o impacto que uma alteração poderia causar. Revisar tudo com a mesma intensidade resulta em um teatro de supervisão humana. Sugerimos triar sistematicamente as alterações. As alterações mais arriscadas ou mais difíceis de reverter são reservadas para aplicação por humanos. Alterações de risco intermediário passam por pull requests revisados por humanos. Alterações de baixo risco podem ser mescladas automaticamente por agentes de programação por meio de uma esteira de integração contínua. Duas estratégias decidem quais alterações precisam de mais revisão: zonas na base de código exigem revisão elevada para arquivos ou diretórios específicos, enquanto a classificação de alterações baseada em LLM analisa o impacto das alterações, mas é falível. O processo publicado da Meta combina essas duas estratégias. Nossas equipes consideram a supervisão humana baseada no nível de risco uma forma eficaz de aproveitar ao máximo a escassa atenção humana.