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publicado : Oct 27, 2021
Oct 2021
Experimente ? Vale a pena ir atrás. É importante entender como desenvolver essa capacidade. As empresas devem experimentar esta tecnologia em um projeto que possa lidar com o risco.

A documentação viva, que vem da comunidade de desenvolvimento orientado por comportamento (BDD), é muitas vezes considerada um privilégio para bases de código mantidas com especificações executáveis. Descobrimos que essa técnica também pode ser aplicada a sistemas legados. A falta de conhecimento do negócio é um obstáculo comum encontrado pelos times que executam a modernização do sistema. O código é geralmente a única fonte confiável da verdade devido à rotatividade de pessoas e à documentação existente desatualizada. Portanto, é muito importante restabelecer a associação entre a documentação e o código, difundindo o conhecimento do negócio entre o time ao assumir um sistema legado. Na prática, primeiro tentaríamos ir para a base de código e aprofundar nossa compreensão do negócio por meio de uma limpeza simples e uma refatoração segura. Durante o processo, será preciso adicionar anotações ao código para que a documentação viva possa ser gerada automaticamente mais tarde. Isso é muito diferente de fazer BDD em projetos green-field, mas é um bom começo em sistemas legados. Com base na documentação gerada, o passo seguinte seria converter algumas das especificações em testes de automação executáveis ​​de alto nível. Fazendo isso iterativamente, eventualmente, você poderá obter documentação viva em sistemas legados intimamente associada ao código e parcialmente executável.

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