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A ThoughtWorks, empresa global de tecnologia, publicou hoje a edição mais recente do Technology Radar, uma avaliação semestral de tendências e tecnologias impactando significativamente o desenvolvimento de software e moldando o futuro da tecnologia. Construído pelo Conselho Consultivo de Tecnologia da ThoughtWorks e concebido para quem se interessa por tecnologia, de CIOs a pessoas que desenvolvem, o Radar aborda as mudanças atuais no desenvolvimento e implementação de software que a ThoughtWorks entrega para seus clientes em todo o mundo. Juntamente com o lançamento do Technology Radar, a ThoughtWorks, pela primeira vez, desenvolveu uma ferramenta de visualização que habilita empresas a mapear seu panorama interno de tecnologia e assegurar que suas estratégias de negócio e de tecnologias estão alinhadas com tendências emergentes e com os mais recentes avanços da indústria.

“Nossa edição mais recente do Technology Radar destaca as tendências atuais que estão impactando a maneira como a indústria opera, desde a rápida adoção da realidade virtual e aumentada até o modo como os times estão se organizando", afirmou a Dra. Rebecca Parsons, diretora de tecnologia da ThoughtWorks. "Com o lançamento deste Radar, cria-se uma oportunidade para que as lideranças visualizem suas estratégias de tecnologia, criando seus próprios radares. A nova ferramenta oferece uma possibilidade excitante para as organizações colocarem a tecnologia no centro do seu negócio e para entender melhor como colher os seus benefícios.

"Adotar e manter-se à frente das tendências atuais em tecnologia é vital para o sucesso do negócio, e é isso que torna o Technology Radar tão relevante", afirmou Craig Gorsline, presidente e diretor comercial da ThoughtWorks. "Ao apresentar essas mudanças consistentes e permitir que outras pessoas se envolvam na criação de seus próprios radares, esperamos que mais negócios possam implementar as mudanças necessárias e ajudar suas organizações a prosperar."

A natureza gráfica do Radar agrupa os itens em técnicas, ferramentas, plataformas e linguagens e frameworks. Eles são agrupados ainda em quatro anéis: Adote, Experimente, Avalie e Evite, a fim de proporcionar uma perspectiva clara sobre a posição atual em relação a esses itens.

Entre os assuntos mais notáveis nesta edição estão:

Realidade aumentada e virtual caminhando para a popularização - Hardwares como Oculus Rift, HTC Vive e Microsoft HoloLens estão amadurecendo a tal ponto que as primeiras pessoas a adotar podem obter benefícios sem se prejudicarem com tecnologia imatura. Apesar de plataformas de software como OpenVR e Unity estarem maduras há um bom tempo, ferramentas novas de processamento de linguagem natural (PLN) como Nuance Mix, e hardware que fornece interações naturais terão um enorme impacto sobre a adoção de RA e RV. Observaremos desafios significativos na criação e entrega de conteúdo de RA e RV já que as habilidades e competências estão atrasadas em relação ao ritmo do hardware, especialmente nas empresas.

O poder da inteligência - Tópicos de longa data de P&D como aprendizagem de máquina e inteligência artificial agora têm aplicações práticas por meio de frameworks como Nuance Mix e TensorFlow do Google. É possível baixar frameworks que vão de PLN a bibliotecas de aprendizagem de máquina. As empresas frequentemente abrem os códigos de bibliotecas e ferramentas sofisticadas nesse campo, as quais seriam exageradamente caras e, portanto, restritas uma década atrás, disponibilizando-as para um grande público desenvolvedor. Muitos fatores evoluíram e se somaram para tornar possíveis novas ferramentas: computação de commodity, foco em hardwares específicos como GPUs e recursos de nuvem. Esta é uma forma eficiente de fazer uso dos grandes volumes de dados armazenados.

Docker como processo, PaaS como máquina, arquitetura de microsserviços como modelo de programação - As pessoas que desenvolvem podem pensar no contêiner como um processo auto-suficiente e no PaaS como o destino de implantação comum, usando a arquitetura de microsserviços como o estilo comum. Desacoplar a arquitetura permite o mesmo para os times, reduzindo o custo de coordenação entre silos. Sua atratividade tanto para pessoas que desenvolvem quanto para quem trabalha com DevOps fez desse o padrão efetivo para um novo desenvolvimento em muitas organizações.

O efeito holístico da estrutura dos times - As empresas de tecnologia estão popularizando o estilo "você constrói, você executa" de autonomia de times, e estamos vendo a mesma filosofia de pensar no produto aplicada a projetos corporativos. Quando reestruturar times traz melhores resultados, isso mostra mais uma vez que o desenvolvimento de software ainda é majoritariamente um problema de comunicação. Construir times multifuncionais potencializa os benefícios da comunicação entre papéis de trabalho tradicionalmente segregados, o que por sua vez elimina o atrito imposto por estruturas artificiais como silos.

Visite ThoughtWorks.com/radar para acessar a versão interativa em inglês ou baixar o PDF em português.

A organizações podem visualizar suas próprias estratégias e fazer o exercício de criação do radar para:

  • Avaliar objetivamente o que está funcionando e o que não está
  • Disseminar a inovação entre os times e fazer experimentações
  • Balancear o risco em portfólios de tecnologia
  • Determinar o tipo de organização de tecnologia que você quer ser
  • Diluir silos e melhorar a comunicação

Queremos saber sua opinião. Continue a conversa no Twitter (@thoughtworksbr #TWTechRadar). 

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