Equipes que trabalham com agentes de programação estão adotando cada vez mais fluxos de trabalho de desenvolvimento orientado a especificações. Quer utilizem um framework leve ou mais diretivo, esses fluxos geralmente seguem uma sequência semelhante de especificação → planejamento → implementação. O flywheel de feedback estende esse fluxo com uma etapa adicional focada em melhorar continuamente a estrutura (harness) do agente de programação. A abordagem é semelhante às retrospectivas: as equipes capturam sucessos e falhas durante uma sessão do agente de programação e os usam para melhorar a previsibilidade de sessões futuras, o que gera ganhos cumulativos ao longo do tempo. É uma metatécnica na qual um humano na supervisão (human-on-the-loop) se concentra em melhorar os controles proativos (feedforward), como instruções compartilhadas com curadoria, bem como sensores de feedback para agentes de programação. Nossas equipes consideram essa prática eficaz, pois é análoga à refatoração de código. O próximo nível se parece mais com um flywheel de feedback baseado em agentes, onde, com base no feedback acumulado, o próprio agente decide quais melhorias são necessárias. Por enquanto, no entanto, as equipes ainda precisam de um humano no circuito (human-in-the-loop) para evitar a degradação de contexto e um feedback ruidoso que poderia desviar o agente do seu objetivo. Sugerimos utilizar essa abordagem para avaliar toda a estrutura (harness) do agente de programação à medida que seu ambiente evolui, especialmente ao adotar novos modelos; o que funcionou com um modelo pode não ser necessário com o próximo.